31 de ago. de 2012
JOVEM, aproveite seus Talentos!
Quando se é jovem a vida parece ser sempre uma festa, em virtude do vigor que a juventude possui. É claro que existem os percalços, pois nesse mundo não há exceção de quem não os tenha, uns em maior e outros em menor escala. No entanto, essa energia juvenil tem que ser usada para coisas boas.
O bispo Edir Macedo previne: “Muitos estão à disposição do mal. Queremos o jovem à disposição de Deus.” A juventude não deve ser desperdiçada com álcool, drogas, prostituição. É nessa fase que o diabo se aproveita e sutilmente faz seus convites.
Todo jovem, certamente, se faz uma pergunta: “O que eu vou fazer da minha vida?” O bispo conta que também passou por isso e se perguntou se faria engenharia ou medicina. Porém, em dado momento, ele teve a oportunidade de conhecer o Senhor Jesus e fez um pacto com ele.
Ele afirma que entregou a vida para Deus para que recebesse uma direção. “É claro que eu passei por vários problemas, com namoradas, injustiças, mas uma coisa eu sei: que para cada problema que passei eu aprendi uma lição.”
E aconselha: “Quando se é jovem, temos que usar mais ainda a cabeça, sabendo que o que nós semeamos hoje, é o que vamos colher amanhã. Se você é jovem, use essa energia para o bem. Se você é uma pessoa que pode, então você deve praticar esportes.”
O bispo acrescenta que se a pessoa tem talento, então deve aproveitá-lo para fazer o melhor, sempre. “Se você fizer o melhor, será disputado. Obviamente que o Espírito Santo vai direcionar a sua vida. Dê o melhor de si, para que amanhã você possa colher o que é bom. Você glorifica muito mais a Deus quando você se torna um exemplo de cristão.”
Pense nisso!
Fonte: ArcaUniversal
O bispo Edir Macedo previne: “Muitos estão à disposição do mal. Queremos o jovem à disposição de Deus.” A juventude não deve ser desperdiçada com álcool, drogas, prostituição. É nessa fase que o diabo se aproveita e sutilmente faz seus convites.
Todo jovem, certamente, se faz uma pergunta: “O que eu vou fazer da minha vida?” O bispo conta que também passou por isso e se perguntou se faria engenharia ou medicina. Porém, em dado momento, ele teve a oportunidade de conhecer o Senhor Jesus e fez um pacto com ele.
Ele afirma que entregou a vida para Deus para que recebesse uma direção. “É claro que eu passei por vários problemas, com namoradas, injustiças, mas uma coisa eu sei: que para cada problema que passei eu aprendi uma lição.”
E aconselha: “Quando se é jovem, temos que usar mais ainda a cabeça, sabendo que o que nós semeamos hoje, é o que vamos colher amanhã. Se você é jovem, use essa energia para o bem. Se você é uma pessoa que pode, então você deve praticar esportes.”
O bispo acrescenta que se a pessoa tem talento, então deve aproveitá-lo para fazer o melhor, sempre. “Se você fizer o melhor, será disputado. Obviamente que o Espírito Santo vai direcionar a sua vida. Dê o melhor de si, para que amanhã você possa colher o que é bom. Você glorifica muito mais a Deus quando você se torna um exemplo de cristão.”
Pense nisso!
Fonte: ArcaUniversal
27 de ago. de 2012
21/08
Vale a pena ler J
Meu nome é Patrícia,
tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a
enfermeira Dane minha amiga, para escrever esta carta que será endereçada aos
jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais. Eu era uma jovem
"sarada", criada em uma excelente família de classe média alta de
Florianópolis. Meu pai é Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal,e procurou
sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem de melhor,
inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar. Aos 13 anos participei e
ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o
final do concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa. Fui
também selecionada para fazer um Book na Agência Elite em São Paulo. Sempre me
destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava.
Estudava no melhor colégio de "Floripa", Coração de Jesus. Tinha
todos os garotos do colégio aos meus pés. Nos finais de semana freqüentava
shopping, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de
melhor a oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.
Porém, como a vida nos prega algumas peças, o
meu destino começou a mudar em outubro de 1994. Fui com uma turma de amigos
para a OCTOBERFEST em Blumenau. Os meus pais confiavam em mim e me liberaram
sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no
"Bude", famoso barzinho da Rua XV. À noite fomos ao "PROEB"
e no "Pavilhão Galego" tinha um show maneiro da Banda Cavalinho
Branco. Aquela movimentação de gente era trimaneira". Eu já tinha
experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula,
mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia de OCTOBER, tomei
o meu primeiro porre de CHOPP. Que sensação legal curti a noite inteira
"doidona", beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam
o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os
"meganha", porque menor não podia beber; mas a gente bebeu a noite
inteira e os "otários" não percebiam. Lá pelas 4h da manhã, fui
levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros.
Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento
quase "vomitei as tripas", mas o meu grito de liberdade estava dado.
No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível,
um mal estar daqueles como tensão pré- menstrual. No sábado conhecemos uma
galera de S.Paulo, que alugaram um "ap" no mesmo prédio. Nem
imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino.
Bebi um pouco no sábado, a festa não estava
legal, mas lá pelas 5:30h da manhã fomos ao "ap" dos garotos para
curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado
"Cigarro de Maconha", que me ofereceram. No começo resisti, mas chamaram
a gente de "Catarina careta", mexeram com nossos brios e acabamos
experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia
seguinte antes de ir embora experimentei novamente. O garoto mais velho da
turma o "Marcos", fazia carreirinho e cheirava um pó branco que
descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem aquele dia.
Retornamos a "Floripa" mas percebi
que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas
experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu
assassino "DRUGS". Aos poucos meus melhores amigos foram se afastando
quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber eu já era
uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte
do meu cotidiano. Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco
de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria. Eu e a
galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais
forte, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim o sangue que cada um
cedia para diluir o pó. No início a minha mesada cobria os meus custos com as
malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a
"branca" a R$ 7,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir
somente a R$ 15,00 a boa, e eu precisava no mínimo 5 doses diárias. Saía na
sexta-feira e retornava aos domingos com meus "novos amigos". Às
vezes a gente conseguia o "extasy", dançávamos nos "Points"
a noite inteira e depois farra.
O meu comportamento tinha mudado em casa, meus
pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a
ver com a minha vida. Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou
trocar por drogas. Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana
fazia programas com uns velhos que pagavam bem. Sentia nojo de vender o meu
corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha
família foi se desestruturando. Fui internada diversas vezes em Clínicas de
Recuperação. Meus pais sempre com muito amor gastavam fortunas para tentar
reverter o quadro. Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas logo
estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família.
Em dezembro de 1997 a minha sentença de morte
foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me
picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha. Devo ter
passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para
transar sem camisinha. Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço,
foram acabando, família, amigos, pais, religião, Deus, até Deus, tudo me
parecia ridículo. Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar
de amá-los.
Eles me deram o bem mais precioso que é a vida
e eu a joguei pelo ralo. Estou internada, com 24kg, horrível, não quero receber
visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do
fundo do coração peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca... Você com
certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra
mim.
OBS.: Patrícia encontrava-se internada no
Hospital Universitário de Florianópolis e descreve a enfermeira Danelise, que
Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde que escreveram essa carta, de
parada cardíaca respiratória em conseqüência da AIDS.
ESSA PODE
SER A SUA ULTIMA CHANCE.
SE LANCE NOS BRAÇOS DE DEUS.
A FJ LAGUNA TE ESPERA.
Texto retirado de uma postagem no FACEBOOK !
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